Palavras do coração. ♥
"Seja imprevisível"
domingo, 30 de outubro de 2011
terça-feira, 25 de outubro de 2011
no sense
Essa coisa de dizer tchau, de ter que dizer até logo, de ter que sorrir, me parece bem injusto, não? Não que doa pra todas as pessoas, mas e a saudade? Há! A saudade! Aposto que se só de falar essa palavra ao menos uma pessoa lhe vem a mente. Não minta, vai.
E essa coisa de aprender com a dor. Como é que se faz isso? É mesmo possível? Deveria existir um passo-a-passo, um manual, regras!
Regra mesmo parece ser o gosto por gostar de pessoas erradas, nas horas erradas, de achar o lugar errado, de ser errado. No fim, a regra deve ser o erro, não acha?
E essa coisa de ser sempre o idiota? Andei pensando bem sobre isso e cheguei, enfim, a uma conclusão: pra ser idiota não é necessário um pré-requisito. E aqui estou eu para provar isto. Boa tarde!
Coincidência ou não, caminhos.
Certo dia, andando por ai, resolvi parar. Olhar pros lados, observar, olhar pra frente, preferi não olhar pra trás, vai que...né? Sentei. Olhei por um minutos, procurei alguém que decidisse parar também, ninguém percebeu se quer que havia alguém ali, parado, tão pouco alguém que quisesse parar.
Respirei fundo, três segundos, levantei. Voltei a andar e por um tempo procurei alguém que estivesse parado pelo caminho que fiz, ninguém, todos correndo, alguns voando, outros talvez nem estivessem ali. Desisti, o mundo é assim mesmo, não foi feito pra ficar parado, nós então, muito menos.
Mas talvez devêssemos pensar melhor por quais caminhos estamos seguindo, não por ser o certo ou errado, esta coisa não existe, simplesmente pra termos certeza de que é o caminho que queremos.
domingo, 16 de outubro de 2011
outra vez
Quando o seu único desejo
É simplesmente conseguir dormir
Quando a sua única prece
É para que passe o mais rápido possível
Quando o mundo para
Só para ouvir você dizer
Que está acontecendo outra vez
Mas que logo vai passar
sábado, 1 de outubro de 2011
?
Não vai mesmo ficar por aqui?
Mesmo que tudo isso passe?
E se o sol não nascer outra vez?
Promete que volta quando eu gritar?
E se eu for capaz de sussurrar apenas?
Ainda assim será capaz de me ouvir?
E se o mundo desabar de novo?
E se eu não conseguir ver o seu sorriso outra vez?
Vai faltar, tudo e um pouco mais
